domingo, 20 de agosto de 2017

MADRUGADA DE 20 PARA 21 DE AGOSTO DE 2017: CHUVA FRIA E TEMPERATURA EM 13°



Este inverno de 2017 prossegue, detonando a FARSA DO AQUECIMENTO GLOBAL, inclusive aqui em Peruíbe. Em pleno mês de agosto, tivemos um domingo chuvoso e gelado. Na madrugada do dia 20 para 21 de agosto, a temperatura ficou em 13°, com sensação térmica em 12°. E um bocado de vento.


MARCADORES: INVERNO EM PERUÍBE 2017, CHUVA FRIA / GELADA, BAIXAS TEMPERATURAS, MÊS DE AGOSTO


MOVIMENTO ANTI-USINA E A FUTURA PERUÍBE VALE-RIBEIRENSE - AGOSTO DE 2017




MARCADORES: USINA TERMOELÉTRICA EM PERUÍBE, EVENTO, AUDIÊNCIA, PROTESTO QUINTA-FEIRA, 17 DE AGOSTO, BAIXADA SANTISTA, VALE DO RIBEIRA, INVESTIMENTOS, GÁS NATURAL, PETRÓLEO, PRÉ-SAL, INDÚSTRIAS, VALE-RIBEIRENSE, VALE-RIBEIRALIZAÇÃO, 2017


sábado, 19 de agosto de 2017

DE NOVO, NO LOCAL ONDE FUNCIONARÁ O FUTURO HOSPITAL DE PERUÍBE - AGOSTO DE 2017





POSTAGEM RECOMENDADA: 16 DE JULHO DE 2017: OBRAS DO FUTURO HOSPITAL DE PERUÍBE



MARCADORES: FUTURO HOSPITAL DE PERUÍBE, CONSTRUÇÃO, OBRAS, SUS, UPA, PREFEITURA, AGOSTO DE 2017


sexta-feira, 18 de agosto de 2017

APÓS PROTESTO, GRUPO CANCELA AUDIÊNCIA SOBRE TERMOELÉTRICA EM PERUÍBE - AGOSTO DE 2017

Com cartazes e faixas, manifestantes tentaram impedir início da audiência


DE A TRIBUNA ON-LINE @atribunasantos MAURÍCIO MARTINS


Um grupo realiza um protesto, na tarde desta quinta-feira (17), contra a construção de uma usina termoelétrica em Peruíbe. A manifestação ocorreu primeiro do lado de fora do Auditório de Afinidades porque nem todos conseguiram entrar para acompanhar a audiência pública.

Com faixas e cartazes e depois insistirem, centenas de manifestantes foram autorizados a entrar para acompanhar a audiência. Entretanto, após muito protestarem, a audiência foi cancelada. O ato foi promovido por moradores e integrantes de ONGs engajadas em projetos ambientais que não querem a instalação de uma usina termoelétrica na cidade. O projeto é de uma empresa particular.





O Projeto

Várias audiências debatem o Projeto Verde Atlântico Energias, que prevê a construção de uma termoelétrica a gás natural em Peruíbe e de um gasoduto de 80 quilômetros que se estenderá por várias cidades da Baixada Santista .

Responsáveis pela empresa GasTrading explicaram a viabilidade da obra. O encontro, na Associação Comercial e Industrial de Cubatão (Acic), foi o primeiro da série de audiências públicas que serão feitas para debater a proposta. As reuniões são obrigatórias antes do processo de licenciamento ambiental. Haverá desmatamento nas áreas das torres de transmissão de energia e de implantação da linha do gasoduto.

O Verde Atlântico Energias deve gerar 4.500 empregos diretos durante a obra e 412 quando em operação, prevista para 2023. O investimento previsto é de R$ 5 bilhões. Os empreendedores garantem que estão tomando todas as providências legais para obter o licenciamento.

“Os impactos existem, não vamos ser hipócritas, mas existe uma regra rigorosa que tem que ser cumprida e será. O projetor espeita absolutamente todas as regras ambientais que se aplicam a ele. O estudo que foi feito ao longo de quase dois anos atesta que existe viabilidade ambiental”, diz o presidente da GasTrading, Alexandre Chiofetti.

O diretor da Associação Comercial de Peruíbe, Jan Rieswick, acha que o projeto é fantástico. “Atende todos os requisitos legais e é fundamental não só para Peruíbe, mas para a Baixada Santista inteira. Há uma histeria ambiental, uma política do não.

A geração de energia hoje é o bem mais disputado no mundo, é o que move o desenvolvimento e a geração de renda”.

Inviável

O presidente do Instituto Maramar, Fabrício Gandini, diz que o empreendimento surgiu de forma repentina, sem condições necessárias para a sociedade conhecê-lo. “O grande problema é que o empreendimento não respeita, ou não conhece, o Zoneamento Ecológico Econômico (ZEE) da Baixada.

Não existe licenciamento ambiental onde o ZEE impede”. A engenheira agrônoma Mari Polachini, do Movimento Contra as Agressões à Natureza (Mocan) de Peruíbe, diz que a empresa esquece o outro lado. “É gás natural de petróleo, todo combustível fóssil é poluente. A termoelétrica é uma tecnologia que caiu em desuso. O tipo de gás que ela emite provoca chuva ácida e efeito estufa”.

Para a engenheira, o empreendimento deveria ser proibido. “Querem construir um porto e captar 3,4 milhões de litros de água por hora, um terço jogar na nossa rede de esgoto e os dois terços na praia do Centro, 8 graus acima da temperatura e com 23 químicos diferentes”.



FONTE: A TRIBUNA


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MARCADORES: AUDIÊNCIA PÚBLICA, PROTESTO, USINA TERMOELÉTRICA EM PERUÍBE, 17 DE AGOSTO DE 2017

quinta-feira, 17 de agosto de 2017

VÍDEOS SOBRE A CONDENAÇÃO DO BOLSONARO PELO STJ - AGOSTO DE 2017








VÍDEO DO NANDO MOURA






SENADOR MAGNO MALTA DEFENDENDO O BOLSONARO NO SENADO 






O PRÓPRIO BOLSONARO, DESABAFANDO






MEU PONTO DE VISTA SOBRE O CASO





BÔNUS: JOÃO COMUNISTA 


MARCADORES: DEPUTADO FEDERAL JAIR BOLSONARO, CONDENAÇÃO PELO STJ, SUPREMO TRIBUNAL DE JUSTIÇA, DEPUTADA MARIA DO ROSÁRIO, ACUSADO DE APOLOGIA AO ESTUPRO (FOI CHAMADO DE ESTUPRADOR ANTES), POLÍTICA BRASILEIRA, BOLSONARO EM SEGUNDO LUGAR NAS PESQUISAS PARA PRESIDENTE (ISSO NÃO VAI MUDAR, TÁ BOM?), AGOSTO DE 2017

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

SEGUNDO O CAGED, PERUÍBE TEVE EM JULHO UM NOVO SALDO POSITIVO DE EMPREGOS - AGOSTO DE 2017



SANTOS E PERUÍBE REGISTRAM AUMENTO NA CRIAÇÃO DE EMPREGOS, APONTA CAGED


Pesquisa mostra que saldo positivo foi de 40 vagas nas duas cidades ao longo do mês de julho

Eduardo Brandão


Após quatro meses consecutivos em que o País registra saldo positivo na criação de postos de trabalho formal, duas cidades da Baixada Santista começam a mostrar sinais de recuperação. Santos e Peruíbe fecharam o mês de julho com resultado positivo na abertura de vagas com carteira assinada. A geração de empregos ainda é tímida, mas interrompe a sequência contínua de retração no mercado de trabalho nessas localidades.

De acordo com o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) por cidades, do Ministério do Trabalho, Santos criou 29 vagas em julho. Na ocasião, foram contratadas 3.524 pessoas e demitidas 3.495.

Já Peruíbe teve variação positiva de 11 postos – sendo 176 admissões e 165 desligamentos. No País, foram geradas 35,9 mil vagas formais – resultado de 1.167.770 novos registros frente a 1.131.870 demissões.

O restante da região ainda está na contramão da tímida recuperação de geração de empregos brasileira, observada a partir de maio. No mês passado, a Baixada Santista fechou 418 postos de trabalho, com a contratação de 6.950 trabalhadores e 7.368 desligamentos.

Praia Grande (-137), Cubatão (-123) e Guarujá (-115) foram as cidades que mais fecharam vagas. Os números foram puxados pela demissão nos setores de serviço e indústria.

Grandes obras e geração

A última variação positiva registrada na região foi em março do ano passado, com o saldo de 864 empregos criados. De lá pra cá, já são 16 meses de variações negativas entre postos abertos e fechados. “Não vejo sinais breves de se retornar ao patamar de dezembro de 2014, quando o desemprego estava em torno de 5%”, resume o economista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), Daniel Vasquez. Atualmente, a falta de emprego afeta 13% dos brasileiros. Para reverter o quadro de estagnação, ele indica um maior volume de investimentos público e privado. “Esse é o motor do capitalismo”. O economista cita obras importantes, como a remodelação da entrada de Santos e a dragagem do cais santista como exemplos de grandes geradores de empregos com carteira assinada. Retração no polo e serviços

O economista Fernando Chagas destaca que a baixa capacidade de recuperação do mercado de trabalho regional é reflexo da retração do polo industrial de Cubatão, iniciada em 2014. Um dos motores da economia regional (ao lado do Porto), a força de trabalho cubatense encolheu quase um terço com a redução das atividades da Refinaria Presidente Bernardes (Petrobras) e a interrupção de setores da Usiminas e de empresas correlacionadas.

Como efeito cascata, a eliminação de vagas no polo cubatense fez reduzir o volume no comércio de São Vicente e de Vicente de Carvalho, os dois maiores da região. Conjunto de fatores responsáveis pelo fechamento de 45 mil vagas nos últimos 3 anos – o que representa 10% da força trabalhadora regional.

“Como a confiança do empresário ainda está baixa, dada a situação política no Brasil, a recuperação dos postos de trabalho vai ser lenta e gradual”, resume Chagas.

Ele explica que a criação de vagas de julho se concentrou majoritariamente no comércio santista. “O setor serve como termômetro da economia. É o primeiro a sentir a necessidade de se contratar mais funcionários”. Ele acredita que nos próximos meses a tendência é os demais municípios acompanharem essa tímida evolução.

Na outra ponta, Chagas pondera que o desemprego acentuado nas demais cidades demonstra que a queda na economia já afeta a área de serviços. “É geralmente o último a sentir a crise e também o último a se recuperar. Isso só vai mudar com o aumento de contratação nos demais setores, como comércio e indústria”.

De um lado, sobram vagas; de outro, currículos demais

Mesmo com o afunilamento do mercado de trabalho e com poucas opções disponíveis, vagas ainda não são preenchidas na região. Os motivos são diversos: vão desde a baixa qualificação da mão de obra até o excesso de exigências dos empregadores.

Na contramão, postos que pedem pouco conhecimento específico recebem pilhas de currículos até mesmo para vagas temporárias no final do ano.

Por quase um mês, a loja de móveis Oriente, na Ponta da Praia, mantinha cartaz para o preenchimento de seis postos para quatro funções distintas. Apenas duas pessoas foram contratadas e para funções com menor nível de especialização.

“Ainda não tivemos a procura do perfil que desejamos. Não oferecemos salário baixo, mas exigimos qualificação que não encontramos”, sustenta o comerciante Adil Mahamoud. Ele cita como exemplo a falta de projetista de móveis planejados especializado e montador com carteira de habilitação para caminhões.

Outro motivo apontado por ele é a maneira como o candidato se comporta durante a entrevista de emprego. “Muitos querem serviço, mas não querem trabalhar. Chegam aqui perguntando quanto vão receber de salário, sobre folgas, sem ao menos saber para qual vaga pretende atuar”.

Currículos de sobra

Já na papelaria Águia de Ouro, na Aparecida, a situação é inversa. Por lá, a procura para preencher vagas de balconista é intensa. “Recebemos de um a três currículos por dia. E a faixa etária vai desde quem busca a primeira oportunidade até pessoas que já se aposentaram”, afirma o comerciante Rodrigo Del Cielo.

Contudo, há um detalhe: as oportunidades são temporárias por, no máximo, 90 dias e o início do trabalho deve acontecer em dezembro. “Vamos começar nesta semana a seleção dos candidatos. O volume de interesse sinaliza que a situação está crítica”.


FONTE: A TRIBUNA





COMENTÁRIO: é bom lembrar que de acordo com o CAGED, Peruíbe já teve um saldo positivo de empregos em maio, o primeiro do ano, aliás.


POSTAGEM RECOMENDADA: PARECE QUE O PERUBANIC COMEÇA A SE LEVANTAR DAS PROFUNDEZAS


MARCADORES: CAGED, DESEMPREGO EM PERUÍBE 2017, NOVAS VAGAS DE TRABALHO NA CIDADE

MAPA DO EMPREGO NO JORNAL DA GLOBO - AGOSTO DE 2017





MARCADORES: DESEMPREGO ELEVADO, EMPREGO NO BRASIL 2017, CRIAÇÃO VAGAS DE EMPREGO, CIDADES DO INTERIOR BRASILEIRO, AGRONEGÓCIO, INDÚSTRIA DE CALÇADOS, AGRONEGÓCIO, RECUPERAÇÃO DA ECONOMIA, MAPA DO EMPREGO, JORNAL DA GLOBO

terça-feira, 15 de agosto de 2017

MAGAZINE LUIZA BREVE EM PERUÍBE - AGOSTO DE 2017



Foi anunciado recentemente que a rede de varejo MAGAZINE LUIZA se estabelecerá em Peruíbe. Todos os peruibenses que tiverem interesse em trabalhar nessa empresa, devem se cadastrar no site cujo link posto abaixo:

https://www.vagas.com.br/vagas-de-magazine-luiza-em-peruibe/

O cadastramento será feito até a próxima sexta-feira, dia 18 de agosto. Também existem vagas para deficientes.


MARCADORES: PERUÍBE, COMÉRCIO VAREJISTA, REDE DE VAREJO, LOJA, MAGAZINE LUIZA, EMPREGOS, VAGAS DE TRABALHO, AGOSTO DE 2017


sábado, 12 de agosto de 2017

ENQUANTO ISSO, EM PAULÍNIA - AGOSTO DE 2017








Em Paulínia, cidade do interior paulista, duas empresas abriram mais de 400 vagas de emprego, todas muito disputadas, conforme o vídeo acima demonstra. Aos poucos, a pior fase da recessão / depressão brasileira vai se afastando. E aqui em Peruíbe, a migração de jovens prossegue intensa, o que eu não vejo com pessimismo, pois a baixada santista (da qual este município faz parte, o que eu questiono), será uma das últimas regiões de SP a conseguir sair da crise.


MARCADORES: DESEMPREGO NO BRASIL 2017, FIM DA RECESSÃO / DEPRESSÃO BRASILEIRA, EMPREGOS NO INTERIOR PAULISTA, ESTADO DE SÃO PAULO, CIDADE DE PAULÍNIA, VAGAS DE EMPREGO, REDE ATACADISTA, RECUPERAÇÃO ECONÔMICA

sexta-feira, 11 de agosto de 2017

NICOLÁS MADURO: O MAIOR INIMIGO DA EXTREMA ESQUERDA BRASILEIRA - AGOSTO DE 2017




MARCADORES: AMÉRICA DO SUL, VENEZUELA BOLIVARIANA, DITADURA, SOCIALISMO, COMUNISMO, ECONOMIA, FOME, REFUGIADOS VENEZUELANOS, BRASIL, EXTREMA ESQUERDA BRASILEIRA, INIMIGO, DILMA, LULA, FRACASSO, POSSÍVEL GUERRA CIVIL, AGOSTO, 2017


quarta-feira, 9 de agosto de 2017

REFORMA DA MATERNIDADE DE PERUÍBE - AGOSTO DE 2017




MARCADORES: MATERNIDADE DE PERUÍBE, REFORMA, PREFEITURA, GRÁVIDAS, PARTURIENTES, SUS, AGOSTO DE 2017

DENISE CAMPOS DE TOLEDO / NÃO DÁ PRA NEGAR SINAIS DE MELHORA - AGOSTO DE 2017



A economia brasileira tem emitido sinais melhores. A questão é que o tombo foi tão grande e em tantas frentes que a percepção dessa melhora fica mais difícil. A inflação, sem dúvida, está no patamar muito inferior ao do ano passado, tem conseguido absorver pressões, como a elevação da tarifa de energia e dos combustíveis, correndo bem abaixo da meta, de 4,5%. O IPCA deve encerrar o ano em três e meio, 3,7%. E isso dá espaço para o Banco Central continuar cortando os juros básicos. A taxa selic deve fechar 2017 em sete e meio,  oito por cento, o que deve dar mais impulso à atividade econômica. E tem a reação do emprego formal, como está mostrando o Caged, com o aumento das contratações com carteira assinada há quatro meses, incluindo agora até setores que têm tido mais dificuldade na retomada, como a construção. O setor teve uma pequena oferta vagas em julho. Pequena, mas após 33 meses de números negativos. Com certeza esse é um dado melhor. Só que pra quem está desempregado - e são mais de 13 milhões e meio de brasileiros - parece pouco, e é mesmo. Sendo que o desemprego também faz com que boa parcela da população não sinta o comportamento melhor da inflação. As famílias, com alguém desempregado, continuam com orçamento apertado. Tem mais: estamos vindo de um bom período de inflação pesada, que jogou os preços nas alturas e corroeu bastante a renda. Apenas com os reajustes salariais compensando essas perdas é que os índices mais baixos de inflação vão começar a fazer diferença. Não estamos no melhor dos mundos. Pra ficar bom ainda tem um longo caminho de ajustes pela frente, que passa pelo difícil ajuste das contas públicas e uma retomada mais consistente e vigorosa dos investimentos. Mas não dá pra negar os sinais de melhora. 


COMENTÁRIO: uma melhora agora NÃO FAVORECE AO LULA E A COMPANHEIRADA, POIS ENFRAQUECE A ESTRATÉGIA DE ROTULAR O GOVERNO TEMER COMO PIOR QUE O DA DILMA ... que chato para os esquerdinhas de plantão!


MARCADORES: BRASIL, GOVERNO MICHEL TEMER, MELHORA ECONÔMICA, RECESSÃO / DEPRESSÃO BRASILEIRA 2017, REDUÇÃO DO DESEMPREGO